EFEITO LUMINOSO

O efeito luminoso é dependente de fatores relacionados ao tipo de fonte de luz escolhida e ao uso de periféricos à fonte de luz.

 

FONTES DE LUZ

O tipo de fonte de luz determinará os valores de:

Fluxo (dado em lúmen), para fontes de luz sem óptica, ou Intensidade (dado em candela), para fontes de luz com óptica, que descrevem a potência de luz emitida;

Temperatura de cor (dado em kelvin), que representa a cor da luz, dada em unidade da temperatura correlata ao comportamento de um metal em aquecimento;

Índice de Reprodução de Cor (IRC), que compara o espectro emitido pela fonte de luz com o de uma fonte ideal (correspondente à luz solar), representando a gama de cores emitida pela fonte e, portanto, reconhecidas no ambiente.

Ressaltamos duas principais tipologias LED:

 

LED SMD

O SMD (Surface Mounted Device) consiste em um dispositivo montado em superfície, que pode ser aplicado unitariamente ou em arrays para ópticas múltiplas. Esta tecnologia produz sombras menos definidas, podendo ter como efeito, no caso do array multióptico, a formação de mais de uma sombra para os objetos iluminados.

 

LED COB

O COB (Chip on Board) consiste em um chip aplicado diretamente sobre a placa, que possibilita arrays muito densos, elevando, desta maneira, a homogeneidade do fluxo de luz e resultando sombras bem definidas e contrastantes.

 

ÓPTICAS

O uso de periféricos à fonte de luz determinará a maneira como a luz incide e reflete no ambiente iluminado. Elementos ópticos complementares à luminária podem interferir no efeito luminoso por meio dos fenômenos de reflexão ou refração da luz. Ressaltamos dois tipos de ópticas

 
 

LENTE

As lentes trabalham o faixo de luz primordialmente por refração e possuem como característica a formação de um facho de emissão mais marcante e de um facho secundário pouco notável.

Associadas à tipologia SMD, as lentes em polimetilmetacrilato trabalham as reflexões e refrações internas da luz a fim de reduzir o facho original a ângulos mais restritos ou especializá-lo à aplicações que requeiram fotometrias não cônicas.

REFLETOR

Os refletores trabalham o faixo de luz primordialmente por reflexão e possuem como efeito característico a formação de um notável facho secundário de emissão.

Associados à tipologia COB, os refletores superespetaculares facetados em alumínio de
alta pureza polidos e quimicamente anodizados trabalham o facho original a fim de reduzí-lo a ângulos mais restritos ou especializá-lo à aplicações que requeiram fotometrias assimétricas.

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